Mulher que dirigia BMW que caiu no Rio São João é autuada em três crimes

A Polícia Civil autuou em flagrante uma mulher inabilitada por dirigir um BMW que capotou e em seguida caiu dentro do Rio São João, na noite desta terça-feira (16), em Itaúna. Segundo a Polícia Civil, durante oitiva a suspeita de 22 anos disse ter fornecido nome falso de sua irmã, razão pela qual foi autuada pelo crime de falsa identidade. Além disso, foi autuada por embriaguez ao volante e lesão corporal culposa. “A soma das penas ultrapassam o período de quatro anos, não cabendo fiança”, afirma a PCMG. O proprietário do carro, que teria entregue a direção à mulher, foi ouvido e liberado.

Segundo o boletim de ocorrência, a mulher e o homem foram encaminhados para atendimento médico e se recusaram a se submeter ao teste do etilômetro.

Durante os levantamentos do acidente, registrado por volta de 20h30 na Av. Jove Soares, a PM constatou que o veículo pertencia ao homem, que teria entregue a direção à mulher, a qual não possui habilitação para conduzir o veículo. Ainda de acordo com a 9ª Cia de PM, ambos apresentavam sinais visíveis de embriaguez.

“Diante dos fatos, a mulher foi presa em flagrante por conduzir veículo sob efeito de álcool, e o proprietário do automóvel por entregar a direção a pessoa inabilitada. O veículo foi liberado e entregue a um familiar do proprietário”, aponta a PM.

O dono do BWM, de 30 anos, foi ouvido e liberado mediante compromisso de comparecer perante o juízo, quando solicitado, uma vez que teria, em tese, praticado crime de menor potencial ofensivo previsto no artigo 310 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) – “Permitir, confiar ou entregar a direção de veículo automotor a pessoa não habilitada, com habilitação cassada ou com o direito de dirigir suspenso, ou, ainda, a quem, por seu estado de saúde, física ou mental, ou por embriaguez, não esteja em condições de conduzi-lo com segurança”.

A mulher foi autuada em flagrante delito pelos crimes de falsa identidade, embriaguez ao volante e lesão corporal culposa. Após os procedimentos de polícia judiciária, ela ficou à disposição da Justiça para as medidas legais cabíveis.

“A PCMG esclarece que, em sua oitiva, a suspeita disse ter fornecido nome falso de sua irmã, razão pela qual foi autuada pelo crime de falsa identidade”, afirma a PCMG.

CASO EM INVESTIGAÇÃO A investigação prossegue a cargo da delegacia de Polícia Civil em Itaúna para a completa elucidação dos fatos.

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