O inquérito da Polícia Civil concluiu que o corretor de 67 anos, assassinado a tiros em um bar na Rua XV de Novembro, em Itaúna, no dia 31 de agosto, foi surpreendido por um conhecido enquanto estava sentado sozinho no interior do estabelecimento. Segundo a polícia, o suspeito, Cleidemar de Carvalho Alves, o “Lula”, de 47 anos, armado com um revólver calibre 38, se aproximou por trás e efetuou diversos disparos, impedindo qualquer possibilidade de defesa. A vítima ainda tentou fugir, mas foi atingida novamente e caiu ao chão.
A PCMG representou pela prisão preventiva do acusado, mas ele segue foragido. O inquérito que apurou o caso foi concluído nesta quinta-feira (23). Durante a apuração foram ouvidas dez testemunhas e os levantamentos indicaram que o crime teve motivação passional.
Segundo o órgão, depois de ter sido atingido dentro do bar, o suspeito do crime se aproximou da vítima fora do estabelecimento e realizou novos disparos à queima-roupa, fugindo em seguida em um veículo. A vítima chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.

Logo no início das investigações, a equipe da PCMG identificou o responsável e representou pela prisão preventiva, deferida pela Justiça. Apesar de inúmeros levantamentos realizados pela equipe policial, ele permanece foragido.
“O suspeito foi indiciado por homicídio consumado triplamente qualificado, em razão do motivo fútil, do recurso que dificultou a defesa da vítima e do meio que resultou em perigo comum, já que havia outras pessoas no interior do bar no momento dos disparos”, afirma o delegado João Marcos do Amaral, responsável pelo inquérito.
DENÚNCIAS A Polícia Civil solicita que informações sobre o paradeiro do suspeito sejam repassadas aos órgãos de segurança pública ou por meio do Disque Denúncia 181. O sigilo é garantido.
