O Senac divulgou novos indicadores de empregabilidade que revelam, de diferentes perspectivas, a situação de trabalho do universo de alunos e alunas que se formaram recentemente e tinham objetivos profissionais com os cursos escolhidos. De acordo com os resultados, de cerca de 470 mil ex-alunos(as) que compõem esse universo, mais de 250 mil aumentaram sua empregabilidade após estudar no Senac. Desses, em torno de 147 mil conseguiram um trabalho e por volta de 75 mil se mantiveram trabalhando.
A radiografia da empregabilidade de egressos(as) foi desenvolvida a partir dos resultados da Pesquisa Nacional de Avaliação dos Egressos (PNAES) – estudo anual do Departamento Nacional (DN) do Senac, que classifica a situação ocupacional desse público com base em critérios da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, do Instituto Nacional de Geografia e Estatística (PNAD Contínua/IBGE).
Os novos indicadores representam uma inovação metodológica por irem além dos tradicionais indicadores de inserção no mercado, considerando também as dimensões de manutenção e progressão de carreira. A abordagem, segundo o Senac, amplia a compreensão sobre a empregabilidade dos(as) alunos e alunas ao considerar diferentes trajetórias profissionais. “Ela não se limita a identificar quem entrou no Senac sem trabalho e conquistou uma vaga após a conclusão do curso, mas também mapeia aqueles que já estavam trabalhando no momento da matrícula, revelando como a formação contribuiu para o desenvolvimento e a valorização de suas carreiras”, afirma.

ANÁLISE APROFUNDADA O indicador de inserção avalia a capacidade de conseguir trabalho de ex-alunos(as) que não estavam ocupados(as) antes do curso. O indicador de manutenção analisa a capacidade de permanecer trabalhando e o indicador de progressão mede o avanço na carreira e a autonomia profissional.
A metodologia utilizada no cálculo dos indicadores foi compilada em uma nota técnica produzida pela Gerência de Prospecção e Avaliação Educacional do Senac DN e publicada na edição 80, de outubro, do boletim Mercado de Trabalho: Conjuntura e Análise (BMT), do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
