Fedor no ar, de novo: Meio Ambiente busca origem do problema em Itaúna

Um mau cheiro já característico em Itaúna, principalmente em período noturno, voltou a incomodar a população na noite desta sexta-feira (30). O fedor de carniça ou osso queimado, conforme os relatos, foi sentido em regiões como Parque Jardim, Residencial Santanense, Centro, Belvedere, bairro de Loures, Jadir Marinho, Veredas, Padre Eustáquio e Leonane. A Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente afirma que recebeu, através da Ouvidoria Municipal, registros de moradores e analisa as informações, com o objetivo de identificar a possível origem do fato, considerando as diversas atividades existentes no território municipal. A pasta ressalta que, caso a origem do odor esteja relacionada a atividade licenciada pelo Estado, as informações serão encaminhadas à Superintendência Regional de Meio Ambiente (Supram), órgão ambiental responsável, para as providências cabíveis.

Anteriormente, na gestão passada, a gerência de Meio Ambiente da Prefeitura havia descartado o monitoramento de substâncias odoríferas, alegando inexistir leis que regulamentem o mau cheiro, diante da dificuldade em relacioná-lo à poluição do ar.

A Patense, indústria de rações situada às margens da MG-431 e apontada pela população como fonte do problema, também garantiu, na ocasião, que o odor não vinha de suas atividades. Novamente procurada pelo @viuitauna neste sábado (31), a empresa não se manifestou até a publicação, permanecendo o espaço em aberto.

NOTA DA PREFEITURA DE ITAÚNA:

“Em resposta ao questionamento do Portal Viu Itaúna, A Prefeitura de Itaúna, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, informa que recebeu, através da Ouvidoria Municipal, registros de moradores relatando a percepção de odor em diferentes pontos da cidade.

As informações estão sendo analisadas tecnicamente, com o objetivo de identificar a possível origem do fato, considerando as diversas atividades existentes no território municipal.

A Secretaria esclarece que, caso seja constatado que a origem do odor esteja relacionada a atividade licenciada pelo Estado, as informações serão encaminhadas ao órgão ambiental estadual competente, a SUPRAM – Superintendência Regional de Meio Ambiente, para as providências cabíveis.

Da mesma forma, se a origem estiver relacionada a atividade de competência municipal, as medidas administrativas necessárias serão adotadas pela Prefeitura.

A população pode contribuir registrando suas manifestações junto à Ouvidoria Municipal, informando local, data e horário da ocorrência, de forma a auxiliar na apuração.

O Município segue acompanhando a situação, atuando dentro dos limites legais de sua competência”.

One thought on “Fedor no ar, de novo: Meio Ambiente busca origem do problema em Itaúna

  1. Com certeza o mal cheiro é de origem da Patense, é algo já constante e que alguém precisa tomar as providências. Existe também outra empresa na comunidade de carneiros que solta um mau Cheiro insuportável!!!

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