A Polícia Civil divulgou nesta segunda-feira (4) um balanço da Operação Marco Zero, realizada de forma integrada com a Polícia Penal e o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) em Itaúna na quinta-feira (30). Durante a ação, que cumpriu mandados de busca e apreensão no interior da Associação de Proteção aos Condenados (APAC), contra o tráfico de drogas e a entrada ilegal de celulares, foram apreendidos 65 carregadores de celular, 90 fones de ouvido, oito baterias, duas balanças de precisão, caixas de som, diversos cabos USB, além de R$ 2.587 em dinheiro. Também foi localizada uma porção de substância semelhante à cocaína.
A operação ocorreu a partir de investigações iniciadas após denúncia anônima. As apurações incluíram diligências e medidas de inteligência, como quebras de sigilo telemático, que subsidiaram a atuação policial.


Conforme antecipou o @viuitauna, um homem foi encaminhado à delegacia. Segundo a PCMG, ele foi flagrado na posse da substância entorpecente, assinando termo de compromisso e sendo posteriormente reconduzido à unidade.
“As investigações seguem em andamento para completa elucidação dos fatos e identificação de outros possíveis envolvidos”, aponta a PCMG.


COLABORAÇÃO INTEGRAL Na quinta-feira, a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) e a diretoria da APAC de Itaúna divulgaram nota informando que a operação na unidade da APAC Masculina de Itaúna teve colaboração integral das entidades. O texto reitera que a FBAC e as APACs mantêm uma “política de tolerância zero” contra qualquer tipo de irregularidade ou entrada de materiais ilícitos em suas unidades.
“A disciplina rígida e o cumprimento estrito das normas são pilares inegociáveis do Método APAC, que visa a segurança da sociedade e a efetiva recuperação do ser humano”, aponta.
Por fim, a FBAC afirma que, como órgão parceiro da Sejusp, reafirma confiança no trabalho das autoridades e no rigor da metodologia, “que se mantém firme em seu propósito de humanização e ressocialização”.
