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A Polícia Civil de Itaúna prendeu um homem de 21 anos suspeito do homicídio ocorrido durante uma festa em um espaço de eventos na Av. JK, em julho deste ano. A vítima, de 26 anos, morreu depois de ser atingida por quatro disparos de arma de fogo, após um desentendimento. De acordo com o órgão, o acusado confessou a autoria, mas alegou ter agido em legítima defesa.
De acordo com o 7° Departamento de Polícia Civil de Divinópolis, a prisão preventiva, concedida pelo Poder Judiciário, foi representada após os elementos de autoria e materialidade terem sido colhidos. O inquérito foi concluído em 29 de outubro, com o indiciamento do investigado pelo crime de homicídio, previsto no artigo 121 de Código Penal.
“O preso foi conduzido para a delegacia de Polícia Civil em Itaúna e depois encaminhado ao sistema prisional, onde se encontra à disposição da Justiça”, afirma a assessoria da Polícia Civil.
Ainda segundo a Polícia Civil, ao ser questionado, o suspeito confessou a autoria, mas alegou ter agido em legítima defesa. Entretanto, afirma o órgão, a tese não se sustenta por todo o contexto fático-jurídico apurado no inquérito.
“O investigado alegou legítima defesa, tendo em vista a vítima estar alterada por uso de drogas e bebidas alcóolicas e ter agredido o segurança da festa, da qual o autor era organizador, e lhe dado um tapa na cara, além de proferir ameaças de morte contra ele e sua família”, acrescenta o órgão.
Ainda em julho, familiares e amigos do homem morto chegaram a protestar em frente à delegacia de Itaúna pedindo justiça.
ENTENDA O CASO De acordo com informações divulgadas pela 9ª Cia de PM, o homem morto foi colocado para fora do evento e estaria agredindo um dos participantes com estilhaços de garrafa. Um dos organizadores, hoje com 21 anos, teria então atirado contra o agressor, que foi socorrido ao hospital, porém veio a óbito.
Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, o homem de 26 anos chegou a ser socorrido ao Hospital Manoel Gonçalves com vida, mas não resistiu aos ferimentos.
